A 24ª edição da FLIP — Festa Literária Internacional de Paraty — está chegando! De 22 a 26 de julho, a cidade histórica se transforma no maior palco literário do Brasil, reunindo escritores, artistas e leitores do mundo inteiro. Sob a curadoria de Rita Palmeira, a edição deste ano homenageia a poeta Orides Fontela, com 21 mesas na programação principal que levam títulos inspirados em sua obra.
Ao todo, a FLIP 2026 conta com 44 casas parceiras espalhadas pelo Centro Histórico, cada uma com programação cultural independente. A grande novidade deste ano é a Casa Paraty, um espaço inteiramente dedicado à valorização da cultura caiçara e local. Além disso, a Festa se expande com as tradicionais Flipinha (infantil) e FlipZona (jovem), além da Flip+, Flip Educa e Praça Aberta.
Programação Principal — Mesas
Quarta-feira — 22 de julho
19h30 — Mesa 1: “Entra furtivamente a luz” com Marília Garcia e Augusto Massi.
Quinta-feira — 23 de julho
10h — Mesa 2: “Saber de cor o silêncio” com José Tolentino Mendonça e Edimilson de Almeida Pereira.
12h — Mesa 3: “Não vim. Não vi. Não havia guerra alguma” com Andrei Kurkov e Maria Reva.
15h — Mesa 4: “Mas para que serve o pássaro? O pássaro não serve” com Paulliny Tort e Andréa del Fuego.
17h — Mesa 5: “A infância volta devagarinho” com Maria Esther Maciel e Andrea Bajani.
19h — Mesa 6: “Falo do que impede o sono” com Kamel Daoud e Djaimilia Pereira de Almeida.
21h — Mesa 7: “Do livro ao palco: Dalton, que tinha um cachorro” com Denise Stoklos.
Sexta-feira — 24 de julho
10h — Mesa 8: “Água parada água parada água parando” com Carmen Stephane e Drauzio Varella.
12h — Mesa 9: “A severa arquitetura serenamente prende-nos” com José Godoy e Solano Benítez.
13h30 — Mesa 10: “Estado de sítio, estado de sido, estases” com Cármen Lúcia.
15h — Mesa 11: “Como revelar-te se me revelas?” com Flávia Péret e Julieta Correa.
17h — Mesa 12: “E perdura. Apesar.” com Nathacha Appanah e Bethânia Pires Amaro.
19h — Mesa 13: “O tecido: não sabemos qual a trama” com Katie Kitamura e Marta Pérez-Carbonell.
Sábado — 25 de julho
10h — Mesa 14: “A saída é a volta” com Paloma Vidal e Eduardo Halfon.
12h — Mesa 15: “Se o delírio te eleva à potência do abismo” com João Cezar de Castro Rocha e Paulo Schiller.
15h — Mesa 16: “O boi é só. O boi é só. O boi.” com Ana Maria Tavares.
17h — Mesa 17: “Não mais sabemos do barco, mas há sempre um náufrago” com Hisham Matar e Milton Hatoum.
19h — Mesa 18: “E este chão não existe, e esta paz é vertigem” com Zadie Smith.
Domingo — 26 de julho
10h — Mesa 19: “A porta está aberta” com Ève Guerra e Ernesto Mané.
12h — Mesa 20: “Nunca crer no que não canta” com Leonardo Gandolfi e Mateus Baldi.
15h30 — Mesa 21: “O que faço desfaço, o que amo desamo” com Eva Baltasar e Susy Freitas.
Casas Parceiras
Além da programação principal, a FLIP 2026 conta com 44 casas parceiras que oferecem atividades paralelas. A novidade é a Casa Paraty, que promete uma programação focada na cultura local caiçara. Outro destaque é a Casa Latina, que abre oficialmente no dia 22 de julho, às 18h30, com música, brindes e uma programação que inclui debates sobre literatura latino-americana, clube do livro traduzido, futebol e política, e o lançamento do livro “Mareadas na maré”.
Flipinha e FlipZona
A Flipinha terá programação que mescla encontro com autores e vivências práticas para o público infantil. Já a FlipZona, voltada aos jovens, foi construída a partir de mais de 400 sugestões coletadas com adolescentes da cidade. A identidade visual da edição foi criada em parceria com 120 crianças de escolas públicas locais, orientadas pela ilustradora Marcela da Terra, que utilizou pigmentos naturais extraídos das terras de Paraty.
A FLIP é uma realização que transforma Paraty na capital da literatura durante cinco dias, reunindo grandes nomes nacionais e internacionais em meio ao charme do Centro Histórico, Patrimônio Mundial pela UNESCO.
Imagens: @euamoparaty. Uso comercial das imagens restrito a apoiadores oficiais do projeto, nos termos da Lei 9.610/98.
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